terça-feira, 12 de março de 2013

O Ciclo




Uma coisa que é sempre repetitória, e que se mantém na mesma 
proporção forma um ciclo, este que é indeterminadamente vicioso, 
Com fragmentos desejáveis e inadimitíveis, não importa qual seja 
a maneira em que ele se represente, o modo em que ele se comporta.
Se é um ciclo, pode ser sim vicioso ou repetitivo ou simplesmente ciclo, 
com começo, meio e fim. Basta chegar ao ponto zero, que já se dá inicio 
ao ciclo, ou passar pelo ponto final que é determinado ou indeterminado
dependendo do caso, eis o ciclo mais uma vez: .
Uma letra
M
Dá inicio a um ciclo, mais no mesmo momento ele próprio se encerra no 
ciclo do palavreado. Uma inspiração marca o inicio da respiração, enquanto
que a expiração trata de encerra-lo, ai está o ciclo que é repetido por nós sem que o 
notemos. A própria vida é trajada de um ciclo próprio, iniciada talvez na
inspiração do recém-nascido ou na fecundação do ovulo com espermatozoide.
Somos tão mascarados de tolices, esse próprio texto forma um ciclo, mais 
que tipo de ciclo é a pergunta, onde ele se inicia? Na ideia de lermos o texto?
Quando tocamos na folha? Ou lá na letra "O" do titulo?
Eis o desejo, somos fartos de ciclos que nem ao menos são nomeados.
Um deles é a respiração, outro a vida, a ceia, o som, a saúde, o texto, o arfar,
mais poucos nomes que caracterizam um ciclo que dizemos conhecer, nós
 também conhecemos o principio e o fim do ciclo? Até onde vai o ciclo?
Nós estamos integrados ao ciclo ou é o ciclo que está em nós?
"To be, or not to be: That is the question"

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